A Polícia Rodoviária Federal apreendeu, no ano passado, R$ 1,2 milhão em mercadorias ilegais contrabandeadas de países vizinhos, principalmente do Paraguai. Somente as carga de cigarro somam R$ 13 milhões. No dia 2de março foi apreendida uma carreta com cerca de 300 mil maços de cigarro, na Rodovia Régis Bittencourt, no Vale do Ribeira, interior de São Paulo. A carga, avaliada em R$ 495 mil, saiu da região de Foz do Iguaçu com cigarros paraguaios que teriam como destino a capital paulista. A nota fiscal apresentada pelo motorista era falsificada e constava como carregamento de óleo vegetal. A PRF alerta que, ao comprar produto pirata ou contrabandeado, o consumidor financia o tráfico de armas e organizações criminosas. Coloca também a própria saúde em risco por utilizar produtos de qualidade questionável. Ligados ainda à sonegação de impostos e à perda de empregos formais, os crimes de contrabando e descaminho causam prejuízos que superam os R$ 30 bilhões, conforme estimativas do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade. Além do tráfico de drogas e armas, o comércio ilegal também tem relação com outros tipos de crime como lavagem de dinheiro, roubo, sequestro e tráfico de pessoas. Nas BRs que cortam o país, cerca de 40% dos veículos apreendidos com material de contrabando e descaminho são roubados ou possuem restrição judicial. O uso de notas fiscais frias cada vez maior é mais um fator que evidencia a ligação direta da prática com outras modalidades criminosas. Muitas vezes, os contrabandistas, principalmente os de cigarros, desobedecem ordens de parada e dos comandos e provocam graves acidentes envolvendo viaturas da PRF. Imóveis da polícia e bens de servidores já foram alvos de atentados provocados por redes criminosas em atos de represália à fiscalização nas rodovias. A Polícia Rodoviária Federal coordena anualmente a Operação Temática de Enfrentamento aos Crimes contra o Fisco e a Saúde Pública (OTEFIS). A ação visa fomentar o trabalho conjunto entre entidades públicas e privadas no combate à pirataria.

Fonte: radarnacional

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PRF apreendeu R$ 1,2 bi em mercadorias ilegais em 2014 nas rodovias.

A Polícia Rodoviária Federal apreendeu, no ano passado, R$ 1,2 milhão em mercadorias ilegais contrabandeadas de países vizinhos, principalmente do Paraguai. Somente as carga de cigarro somam R$ 13 milhões. No dia 2de março foi apreendida uma carreta com cerca de 300 mil maços de cigarro, na Rodovia Régis Bittencourt, no Vale do Ribeira, interior de São Paulo. A carga, avaliada em R$ 495 mil, saiu da região de Foz do Iguaçu com cigarros paraguaios que teriam como destino a capital paulista. A nota fiscal apresentada pelo motorista era falsificada e constava como carregamento de óleo vegetal. A PRF alerta que, ao comprar produto pirata ou contrabandeado, o consumidor financia o tráfico de armas e organizações criminosas. Coloca também a própria saúde em risco por utilizar produtos de qualidade questionável. Ligados ainda à sonegação de impostos e à perda de empregos formais, os crimes de contrabando e descaminho causam prejuízos que superam os R$ 30 bilhões, conforme estimativas do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade. Além do tráfico de drogas e armas, o comércio ilegal também tem relação com outros tipos de crime como lavagem de dinheiro, roubo, sequestro e tráfico de pessoas. Nas BRs que cortam o país, cerca de 40% dos veículos apreendidos com material de contrabando e descaminho são roubados ou possuem restrição judicial. O uso de notas fiscais frias cada vez maior é mais um fator que evidencia a ligação direta da prática com outras modalidades criminosas. Muitas vezes, os contrabandistas, principalmente os de cigarros, desobedecem ordens de parada e dos comandos e provocam graves acidentes envolvendo viaturas da PRF. Imóveis da polícia e bens de servidores já foram alvos de atentados provocados por redes criminosas em atos de represália à fiscalização nas rodovias. A Polícia Rodoviária Federal coordena anualmente a Operação Temática de Enfrentamento aos Crimes contra o Fisco e a Saúde Pública (OTEFIS). A ação visa fomentar o trabalho conjunto entre entidades públicas e privadas no combate à pirataria.

Fonte: radarnacional