O leilão de concessão da BR-101/RJ, no trecho da Ponte Presidente Costa e Silva, a Ponte Rio-Niterói, será realizado no dia 18 de março, às 10h, na bolsa de valores de São Paulo. A ANTT receberá os envelopes com propostas econômicas e documentos que comprovam a qualificação serão recebidos junto com as garantias de proposta até o dia 16. Ao consórcio vencedor da licitação caberá a operação, manutenção, monitoração, conservação e melhorias no sistema rodoviário no segmento do trecho com 13,2 quilômetros de extensão e acessos. A futura concessionária também terá a responsabilidade de executar obras iniciais, entre elas, alça de ligação do sistema rodoviário à Linha Vermelha para evitar que usuários que seguem rumo à Baixada Fluminense e à Via Dutra utilizem a Avenida Brasil. Outra obra prevista é uma passagem subterrânea sob a Praça Renascença, em Niterói. O contrato com a empresa responsável pelo trecho foi assinado há 20 anos e termina em junho. A nova concessão valerá por um período de 30 anos. O leilão será transmitido ao vivo pelo sitewww.tvbmfbovespa.com.br

TCU.

Aprovado com ressalvas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), o processo de concessão da Ponte Presidente Costa e Silva, a Ponte Rio-Niterói, apresentava impropriedades na formação de valor da tarifa-teto e no quantitativo de pessoal e de veículos presentes na planilha de cálculo. O órgão recomendou à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) que suspendesse a publicação do edital de licitação até a realização dos reajustes. A justiça revisou o primeiro estágio do processo, que consiste nos Estudos de Viabilidade Técnica e Econômico-Financeira (EVTEA) da concessão de trecho da rodovia federal BR-101/RJ. Os valores que constam nos cálculos com pessoal e maquinário, segundo o TCU, estão quase dez vezes acima dos montantes especificados em documentos prestados pela empresa que explora o trecho atualmente. O TCU afirma que os custos colocados no edital vão superar a previsão de despesas em concessões recentes e que tem trechos 60 vezes mais extensos de cobertura. A revisão na planilha de custos pode enxugar as despesas e gerar uma economia de R$ 600 milhões.
Fonte: radarnacional

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Leilão de concessão da Ponte Rio-Niterói será no dia 18.

O leilão de concessão da BR-101/RJ, no trecho da Ponte Presidente Costa e Silva, a Ponte Rio-Niterói, será realizado no dia 18 de março, às 10h, na bolsa de valores de São Paulo. A ANTT receberá os envelopes com propostas econômicas e documentos que comprovam a qualificação serão recebidos junto com as garantias de proposta até o dia 16. Ao consórcio vencedor da licitação caberá a operação, manutenção, monitoração, conservação e melhorias no sistema rodoviário no segmento do trecho com 13,2 quilômetros de extensão e acessos. A futura concessionária também terá a responsabilidade de executar obras iniciais, entre elas, alça de ligação do sistema rodoviário à Linha Vermelha para evitar que usuários que seguem rumo à Baixada Fluminense e à Via Dutra utilizem a Avenida Brasil. Outra obra prevista é uma passagem subterrânea sob a Praça Renascença, em Niterói. O contrato com a empresa responsável pelo trecho foi assinado há 20 anos e termina em junho. A nova concessão valerá por um período de 30 anos. O leilão será transmitido ao vivo pelo sitewww.tvbmfbovespa.com.br

TCU.

Aprovado com ressalvas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), o processo de concessão da Ponte Presidente Costa e Silva, a Ponte Rio-Niterói, apresentava impropriedades na formação de valor da tarifa-teto e no quantitativo de pessoal e de veículos presentes na planilha de cálculo. O órgão recomendou à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) que suspendesse a publicação do edital de licitação até a realização dos reajustes. A justiça revisou o primeiro estágio do processo, que consiste nos Estudos de Viabilidade Técnica e Econômico-Financeira (EVTEA) da concessão de trecho da rodovia federal BR-101/RJ. Os valores que constam nos cálculos com pessoal e maquinário, segundo o TCU, estão quase dez vezes acima dos montantes especificados em documentos prestados pela empresa que explora o trecho atualmente. O TCU afirma que os custos colocados no edital vão superar a previsão de despesas em concessões recentes e que tem trechos 60 vezes mais extensos de cobertura. A revisão na planilha de custos pode enxugar as despesas e gerar uma economia de R$ 600 milhões.
Fonte: radarnacional